terça-feira, maio 01, 2007

Do meio da ponte
via o rio
em direção ao mar
que jamais recusava nenhum rio.

Parada sobre ele
tinha a sensação de voar
mas na verdade era o rio quem corria
eu não saía do lugar.

E enquanto meu corpo,
uma massa densa,
era levado pela correnteza
Minha alma era a pura leveza
de algo que, enfim, se desprendeu.

2 Comments:

Anonymous Anônimo said...

Oiiiee!!!
Adorei esse poema!!
Foi tu que escreveu???

Muito lindoooo!!!!

Bjokass^^

6:24 AM  
Anonymous Anônimo said...

FIXE

6:01 AM  

Postar um comentário

<< Home