So good, so far...
Assistindo ao filme “Dogville” soube da existência de uma vertente filosófica chamada “Estoicismo”. Pesquisando um pouco a respeito vi que, para os estoicistas, a virtude é manter a serenidade afastando de si os aborrecimentos e os sentimentos que fujam ao seu controle. Fiquei pensando o quanto isso poderia ser bom nos dias pelos quais estou passando. Tenho sentido tantas coisas que às vezes nem sei o que sinto realmente, desejo, saudades, medo, dor, insatisfação... Por mais que eu tente mudar a vida da forma como ela se apresenta (o que para o estoicista não é possível, já que ele é determinista), há sempre uma sensação de impotência diante da qual a melhor saída seria “desligar-se” totalmente dos sentimentos e seguir em frente.
Estoicistas abominam a paixão.
Acho que a falha está aí. A paixão pode ser um aborrecimento, mas também é um impulso muito forte, ela dá cor à vida (que sem ela seria uma tela monocromática) talvez a saída seja direcionar corretamente as energias e os impulsos que recebemos de todos os lado para equilibrá-los ou transformá-los em atitudes que resultem em sucesso. Assim como o artista faz da dor uma obra, façamos do nosso infortúnio de viver uma arte.
Estoicistas abominam a paixão.
Acho que a falha está aí. A paixão pode ser um aborrecimento, mas também é um impulso muito forte, ela dá cor à vida (que sem ela seria uma tela monocromática) talvez a saída seja direcionar corretamente as energias e os impulsos que recebemos de todos os lado para equilibrá-los ou transformá-los em atitudes que resultem em sucesso. Assim como o artista faz da dor uma obra, façamos do nosso infortúnio de viver uma arte.
